PP e RP – Estética


Pedro Baptista: Água na Oca.

Água na Oca.

Água na Oca é uma exposição que interage, ensina e conscientiza sobre a água. Tem quatro andares com muita interação, sendo eles: Mundo d´água, O desaguar, Infiltração e A última fronteira.

A exposição junta de forma muito legal a ciência, arte e tecnologia, com muita interação é necessário bastante tempo para visitá-la por inteiro, além de levar a debate o assunto sobre  a água, pensando na sustentabilidade de nosso planeta.

Rio Negro, Boto Cor De Rosa.

Ao clicar nos rios que estão no balcão, no chão mostrava o seu percurso e imagens da região.

Supercinema.

No último andar (A última fronteira), se encontra um supercinema, as pessoas ficam deitadas em colchões d’água e as imagens são projetadas no teto.

Espelho d'água.

Eu nadando 100 metros rasos livre, no espelho d’água.

 

Água na Oca

De 26 de novembro de 2010 a 8 de maio de 2011

Pavilhão Lucas Nogueira Garcez Oca

Av. Pedro Álvares Cabral, S/N Portão 03, Parque Ibirapuera, São Paulo

 

Ingressos

- Inteira: R$ 20,00

- Estudantes e professores com comprovantes: R$ 10,00 (meia-entrada)

- Menores de 7 e maiores de 60 anos com documento não pagam

- No último domingo de cada mês a entrada é gratuita para todos os visitantes

Horários

- Terças, quartas e sextas-feiras: das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)

- Quintas-feiras: das 9h às 21h (bilheteria até as 20h)

- Sábados, domingos e feriados: das 10h às 20h (bilheteria até as 19h)

- Não abre às segundas-feiras e excepcionalmente nos dias 24, 25 e 31 de dezembro de 2010 e em 1º de janeiro de 2011.

 

 

 

 

 


Otávio e Gustavo Pandolfo – Os Gêmeos

Os gêmeos, Cambuci – São Paulo

Post Por: Roberto Diniz
Otávio e Gustavo Pandolfo – Os Gêmeos

Paulistanos do Cambuci, Otávio e Gustavo Pandolfo começaram a fazer graffiti em 1980.  Eles buscam fazer referências ao cotidiano simples que muitos vêem e poucos dão importância e à pluralidade cultural de São Paulo. Retratam o imaginário que povoa a alma brasileira, através de uma crítica social e política.

Suas pinturas consistem geralmente em personagens amarelos de contorno extremamente fino e roupas com estampas detalhadíssimas, ou em letras de “Grapixo”, estilo esse que mistura o graffiti vindo do exterior com a pichação originada em São Paulo.

Hoje são internacionalmente reconhecidos como artistas plásticos, mas se for falar de graffiti, deve-se ter a consciência de que este está presente apenas nas ruas, e não nas galerias de artes.

São Paulo

Lisboa

Kelburn Castle - Escócia

Nova York

San Diego

Local Desconhecido

"O banho do Canarinho" , São Paulo

"Mantendo a parada viva", São Paulo

Ação, São Paulo

Serviço:

No momento não está acontecendo nenhuma exposição deles, mas para quem estiver interessado em ver alguns de seus graffitis, basta dar uma volta na cidade de São Paulo ou então visitar o site: http://www.lost.art.br/osgemeos

 


Juliana Jabra – Exposição “Tijolo Por Tijolo: O Sonho da Casa Própria” de Cesar Fujimoto

A exposição “Tijolo Por Tijolo: O Sonho da Casa Própria” de Cesar Fujimoto que fica na Galeria Nuvem, visa criticar e demonstrar os problemas sociais e as conotações simbólicas do modo de vida retratado na mostra (casas e seus problemas de construção). Porém, tudo isso é feito de forma poética.

Para o artista, “O Sonho da Casa Própria” é, e sempre vai ser uma aspiração do povo e que já se tornou um jargão manipulado pelos programas governamentais de habitação, pela imprensa  e pela especulação imobiliária.

Cesar passa a prestar bastante atenção aos materias utilizados na construção tais como blocos empilhados, tijolos e argamassa e a partir disso, passa a enxergar a beleza neles existente. Ele visa aliar o conhecimento arquitetônico, à arte e ao saber construtivo contido no orifício popular do pedreiro.

Veja algumas fotos:

E por fim, eu:

A Galeria Nuvem fica na Rua Mateus Grou, 355 – Pinheiros

Tel: 3061-1237

www.galerianuvem.com.br

 

A exposição fica até o dia 4/12/2010

ter-sex das 11h às 19h

sab das 11h às 17hs


Patrícia Zendron: “Trama Azul”- Regina Silveira

Passo todos os dias pela Avenida Paulista e não pude deixar de notar que o MASP ganhou uma nova fachada essa semana, um céu azul com nuvens em todas as vidraças do edifício. Fiz uma pesquisa para descobrir do que se tratava. Segundo varias fontes, a intervenção é obra da artista plástica Regina Silveira. “Trama Azul”, não poderia ter sido melhor nomeada, produzida em imagem digital sobre vinil adesivo, a peça não só imita um bordado em ponto cruz gigante, mas também contém agulhas e linhas para reforçar a proposta. Achei esse trabalho bem interessante, deu um ar despojado e lúdico ao museu.

Local: MASP (Museu de Artes de São Paulo)

Duração: até janeiro de 2011

Artista: Regina Silveira

 


Juliana Jabra – Exposição “L’Officiel – 90 anos de história de moda”

A exposição “L’Officiel – 90 anos de história de moda” está acontecendo no Shopping Iguatemi em comemoração aos 4 anos da edição brasileira. A editora Duetto Editorial fez um apanhado das melhores e mais importantes capas da edição francesa desde seu início, em 1921.

É uma ótima pedida para quem gosta de moda, acompanhar a evolução das capas e dos estilos é uma coisa bem interessante.

Aqui vão algumas fotos:

A primeira capa, de 1921

 

1929 - Detalhe para o logotipo. Influência modernista dos anos 20.

Capa de 1934 - look Chanel

1938 - Look Nina Ricci

 

É legal ver como os logotipos vão mudando a cada década. Uma coisa interessante é o fato de, nos anos 20 e 30, as capas era ilustradas por mademoiselles, mulheres importantes, damas da sociedade francesa. E todas sempre vestidas por estilistas renomados.

 

Look Dior - 1953 na época do New Look

1970

Look Givenchy - 1971

 

Look Yves Saint Laurent - 1972

Brooke Shields na capa de 1985

 

 

A partir dos anos 80 até os anos 90, houve uma mudança radical nas capas, celebridades passaram a estampá-las. Era a época do culto às celebridades. Só nos anos 2000 que as modelos voltaram à tona, mesmo assim, a L’Officiel ainda alterna suas capas com modelos e celebridades.

 

Claudia Schiffer - 1993

 

E por fim, os anos 2000:

 

2005

 

Agora uma foto geral da exposição. E como eu era a única alma viva presente, não consegui uma foto minha… apenas de uma parte, rs.

Eu fui!

 

A exposição fica até o dia 14/11 no 9º andar do Shopping Iguatemi, das 12h às 22h. É gratuita.


I in U / Eu em Tu

A linguagem do futuro

Post Por: Renata Bednarski Lessa

In in U/Eu em Tu – Laurie Anderson

O Centro Cultural Banco do Brasil, com a curadoria de Marcello Dantas, traz ao Brasil obras da norte-americana Laurie Anderson. A mostra é uma retrospectiva de quarenta anos da carreira da artista e inclui obras como fotografias, desenhos, vídeos, músicas e intalações.

Laurie Anderson pesquisa o uso da tecnologia, do corpo e da linguagem como forma de expressão. Sua arte conta histórias, mostra a vida, nos faz pensar e interagir.

“Sua arte se transforma em  diferentes mídias com a mesma suavidade com que sua voz muda de tons. Mas Laurie é, na verdade, uma criadora da mais ancestral forma de arte, uma contadora de história.” Diz Marcello Dantas.

O Centro Cultural Banco do Brasil se encontra no centro de São Paulo, pode-se dizer que perto do Teatro Municipal. O centro, de São Paulo, em si já é um belo passeio (apesar de seu estado atual não ser dos melhores e dos mais seguros, uma questão a ser discutida, mas não agora). O Centro, Cultural do Banco do Brasil, tem uma bela arquiteura, uma lojinha com ótimos livros e um café com mesas na rua, algo bonito e difícil de se encontrar na região.

A mostra começa logo na entrada do edifício, com a obra Handphone, e ocupa todo o local. As obras são em sua grande maioria interativas, tornando a exposição ainda mais instigante. Você nunca sabe o que esperar de cada corredor, de cada sala, de cada som…

Não é permitido tirar fotos das salas, porém, como há obras fora delas é possível sair com alguns registros.

Handphone: "...o ouvinte posiciona seus cotovelos nestes pontos e suas mãos sobre as orelhas. O som viaja ao longo da mesa, dos braços e cabeça do ouvinte."

A linguagem é um vírus de outro planeta

Serviço

Data: 12 de outubro a 26 de dezembro

Horário: Terça a domingo, das 10h ás 20h

Local: Subsolo, térreo, 1º, 2º e 3º andares / Rua Álvares Penteado, 112 – Centro

Recepção/informação: Terça a domingo, das 10h ás 20h

Telefones: (11) 3113-3651/52

Classificação: Livre

Entrada Franca

Link Relacionado:

http://www.bb.com.br/portalbb/home22,128,10161,0,0,1,1.bb?&codigoMenu=9897


Lugares, Estranhos e Quietos; de Wim Wenders

Henrique Gaspar

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O cineasta alemão Wim Wenders é um dos destaques da 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, numa exposição inédita, ele demonstra que também tem talento com outro tipo de câmera; a fotográfica.

São 23 imagens captadas ao longo de dez anos de viagens ao redor do mundo, cidades como São Paulo e Salvador, no Brasil, estão entre seu cartel de registros. Também é destaque entre as fotografias de Wenders, o grafite da dupla paulistana Osgemeos encontrado num túnel da cidade alemã de Wuppertal.

Após alguns poucos minutos na exposição fica evidente o estilo peculiar de Wenders. O artista prefere recorrer a locais esquecidos e pouco notados das cidades do que aos famosos cartões postais. Nota-se em suas fotografias, assim como seus filmes, que ambos trazem um ar de desolação.

Seguem algumas fotos do artista que infelizmente não estão na mostra, pois é proibida a entrada com máquinas fotográficas na exposição, sendo assim não consegui registrá-las. Este é mais um motivo para sua visita!

    

Inside The Toshodaiji Temple, Nara, Japan

“Blue Range”, Butte, Montana

Indian Cemetery In Montana

“Entrance”, Houston, Texas

Dust Road in West Australia

 

Beetle Cemetery, Coober Pedy, West Australia

The Black Car, Havana

Interessados:

Quando? Às terças, quartas, sextas a domingos e feriados das 11h às 18h;  quintas das 11h às 20h.

Onde? 1º andar do MASP, Galeria Horácio Lafer. Avenida Paulista, 1578. Próximo à estação de metrô Trianon-Masp.

Quanto? R$15,00. Grátis às terças para todos os visitantes; nos demais dias, grátis apenas para menores de 10 anos, pessoas com mais de 60 anos e grupos de estudantes de escolas públicas agendados.

Links relacionados: www.masp.art.br e www.wim-wenders.com

 

 

 


Galeria Pontes (Carolina Bellacosa)

 A galeria Pontes fica em um casarão muito simpático em uma rua tranquila do bairro de Higienópolis. Para os que passam com pressa pela calcada, a casa é vista apenas como uma enorme e rústica construção. Porem para aqueles que se interessam e entram é uma oportunidade para conhecer uma das belezas que compõe o nosso país.
O lugar cheio de vida dedica-se exclusivamente a arte popular brasileira. Seu acervo é originário de diversos lugares do Brasil como a floresta amazônica, pantanal de Mato Grosso, serrado de Goiás, Minas gerais, entre outros.
O que mais me chamou a atenção foi a diversidade das obras lá expostas. Dentro do casarão encontrei a exposição intitulada “Galeno, Curumin Arteiro”de Francisco Galeno, pintor nascido no Piauí e residente em Brasília. Ele utiliza em suas obras muito a geometrização e se baseia em temas da sua infância como por exemplo as pipas com que brincava e os utensílios de costura da mãe. O quadro que mais gostei chama-se ” Sampa midnight”, óleo sobre madeira
No porão da galeria encontrei uma outra exposição completamente diferente dessa que acabo de descrever. Mais direcionada ao público jovem a mostra coletiva “P” é composta por desenho, pintura, assemblage, fotografia, gravura, objeto, joalheria e graffitti. O que me chamou mais atenção foram os graffittis de um artista chamado Gejo que se utiliza da cultura hip-hop e pinta em todo e qualquer lugar que a tinta adere.

–Exposicao “Galeno, Curumin Arteiro” Período: De 26 de outubro a 27 de novembro
–Mostra coletiva “P” Período: De 27 de setembro a 13 de novembro de 2010.

Funcionamento: de segunda a sexta-feira das 10 às 19 horas e sábados das 10 às 17 horas.

Porão da Pontes | Galeria Pontes
Rua Minas Gerais, 80, Higienópolis, São Paulo / SP
Tel.: 11 3129-4218 – 6198-7450
www.galeriapontes.com.br
galeriacentral@hotmail.com


Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras (Caio de Arruda Abdo)

Além da imensa gama de entretenimento que hoje temos na capital paulistana, haja vista que em um único final de semana podemos contar com a presença de ícones mundiais como David Guetta, Black Eyed Peas, Fat Boy Slim, além do já tradicional GP Brasil, no autódromo de Interlagos, podemos ainda contar com a presença da 29a Bienal, localizada no Parque do Ibirapuera.

Mas, além de toda essa diversão já conhecida por todos nós, há ainda inúmeras atrações, que não são sazonais como os eventos citados anteriormente, porém, ainda pouco apreciadas por jovens, como nós, entretanto não menos valorizadas, ou divulgadas que os espetáculos citados.

Com isso, sinto-me à vontade para poder falar de um lugar que é sempre o mesmo, sendo sempre diferente. A Pinacoteca do Estado de São Paulo, com o apoio do Governo Estadual e do Grupo Santander Cultural, traz a mostra de Antonio Dias “ANYWHERE IS MY LAND”, exibida em uma de suas principais salas, mas por uma questão de respeito, ética e cidadania, não pude tirar fotos, apesar da bela exposição. Aliás, após querer aguçar o “olhar” de vocês, convidando-os para esta mostra, como ficam as pessoas que não têm a mesma capacidade visual que a maioria de nós têm?

Portanto, apresento a vocês a exposição “Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras”, localizada no segundo andar do museu e foi especialmente elaborada para visitantes com deficiência visual.

Trata-se de um projeto pioneiro realizado pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado em parceria com o Grupo Santander Brasil. São obras de artes, diferentes daqueles que podemos VER, com grandes artistas de estilos e épocas diferentes, mas sim SENTIR, como é o caso destas esculturas em sua maioria de bronze, ou gesso, trazendo aquelas imagens à tona, daquilo que sempre vimos. Arte não é uma questão de beleza, e sim de sensibilidade.

Permanência:

De 7 de julho à 1 janeiro de 2020 (ainda dá tempo!!!!!)

 

Localização:
Praça da Luz, 02 – Luz – Tel. 11 3324-1000
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h
Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$ 3,00.
Grátis aos sábados.
Estudantes com carteirinha pagam meia entrada.
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.

 

 

 


DIVISION – Richard Galpin

A mostra apresenta novos trabalhos em grandes formatos da série “Splinter” e também a primeira animação stop frame do artista.

Splinter é denominada a técnica do artista de remover parcialmente a emulsão da superfície das fotografias com um bisturi.

Nesta exposição Galpin também apresenta seu primeiro trabalho produzido pelo corte de muitas cópias da mesma fotografia em seqüência.

Cada composição diferente na seqüência mantém apenas alguns pequenos elementos. Essa seqüência é a base para uma animação stop frame.

Richard Galpin vive e trabalha em Londres.

Galeria Leme

Processo de Montagem dos Frames - Exibição em LCD

Interior Galeria Leme


Período:
De 16 de setembro de 2010 à 30 de outubro de 2010

Horário de Visitação:

Seg – Sex: das 10h às 19h
Sáb: das 10h às 17h

Local:
Galeria Leme – Rua Agostinho Cantu, 88


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